Por que precisamos ser salvos? Se precisamos ser salvos, precisamos ser salvos de que? De quem? Do quê? É necessário antes de tratarmos sobre a necessidade da salvação, falarmos um pouco sobre o porquê de precisarmos ser salvos. O que éramos, como éramos, e qual a condição em que existíamos para agora precisarmos de salvação? Salvação no sentido simples da palavra significa um estado de perigo no qual precisamos que alguém venha nos salvar. Mas porque precisamos de ajuda? Por isso faz-se necessário voltarmos ao tempo e conhecer qual era nossa condição antes de nos perdemos e precisarmos ser salvos.
“O Dia em que o Diabo foi a Igreja”
Deus criou o Homem a sua imagem e semelhança, macho e fêmea os criou (Gn. 1.27). Fez o ser humano e deu a ele a liberdade para o adorar, o obedecer ou desobedecer. Isso é o que significa ser livre, ter o livre-arbítrio de escolher entre duas escolhas a que você quiser. Deus não fez o homem como um robô e implantou um microchip nele para agir de acordo com a lógica computacional divina, não! Ele fez o homem livre, livre para o adorar e viver como um ser humano ou livre para o desobedecer e viver como um discípulo da serpente, não predestinou o homem para pecar, mas o fez para desfrutar de sua presença e ser agentes representativos da divindade na terra. Ser parecido com o próprio Deus. Mas o desenrolar da história nos mostra algo totalmente diferente do que é ser humano. O homem em vez de adorar para sempre a Deus, adora a proposta da serpente. - Era manhã no Jardim, ou tarde, noite talvez; não sei, nem importa saber! A serpente a mais astuta entre os animais, amiga da Eva, entrou na Igreja. Não! No jardim não tinha igreja, o jardim era a Igreja. Ele foi criado para o Homem adorar a Deus em uma vida de culto contínua. O jardim era o santuário de Deus na terra. A única voz que o homem deveria ouvir era a Dele, mas não foi isso que aconteceu. A serpente enganou a Mulher e ela comeu do fruto que Deus havia proibido, e deu a seu marido que estava com ela. Nesse momento o pecado entrou no mundo. Homem e mulher nu entre as arvores do jardim. Aconteceu o que na teologia se denomina queda. Eles caíram. Deus disse que no dia em que eles comessem do fruto proibido morreriam, e eles comeram e morreram. Seres humanos vivos, mas mortos espiritualmente diante do dono da vida. O homem usou seu “livre-arbítrio” para desobedecer a Deus, e as consequências foram, e ainda são desastrosas. O habitat criado por Deus para ser a casa de adoração foi contaminado pelo pecado. O paraíso foi perdido e o homem perdeu-se na sua desobediência e se afastou de Deus. A terra já não era mais a mesma, o homem já não era mais o mesmo, algo estranho aconteceu, o homem perdeu-se e precisava urgentemente de alguém que o salvasse da condição pecaminosa que ele fora submetido. Esse é o conceito de pecado na bíblia. Pecado não é só uma transgressão da lei: roubar, matar, adulterar, prostituir-se. Pecado é uma condição em que o homem se encontra, e ele jamais pode sair dela sem a ajuda da Graça divina. Nossa condição de pecador nos leva a depender de um salvador, de alguém que nos liberte do estado de miséria em que nos encontramos. Jamais conseguiremos sair desse estado por nossa própria religiosidade. Adão e Eva tentaram através da religião se livrar do estado pecaminoso em que caíram ao providenciar para si folhas para cobrirem a sua nudez. A religiosidade faz assim; em vez de você crer que o sacrifício de Cristo é único e suficiente para resolver o seu Pecado, você acredita que alcançará o favor divino por meio de obras criadas por sua própria inventividade santa. Deus chega e diz para o adão: onde estás? Adão aparece com um “cuecão de folha de jaca” e em vez de assumir seu pecado, responsabiliza a mulher por sua transgressão. Mas quando Deus aparece sua graça se manifesta, Ele joga fora os lingeries de folhas que Adão e Eva fizeram para si, e providencia uma roupa de peles de animais para o casal. Houve nesse momento o primeiro sacrifício na história da pecaminosidade humana. Ao sentenciar os responsáveis pela queda, o Deus de misericórdia faz uma declaração que mudaria toda a história da redenção humana.
O Protoevangelium
“Da semente da
Mulher nascerá um que esmagará a cabeça da serpente, Gn. 3.15.” Essa foi a
afirmativa de Deus para o pecado dos delinquentes. Eles sofreriam as
consequências do seu pecado, mas não ficariam jogados a sua própria sorte,
dependendo de sua própria esperteza para sobreviver. Um dia alguém viria para
libertar o ser humano do estado de pecaminosidade em que ele próprio se
submetera. O protoevangelho, (primeiro evangelho, boa nova), foi Deus quem
realizou. Ele foi o primeiro missionário a proclamar a boa nova de salvação
para a humanidade. Ele não deixou o ser humano entregue em seus próprios
pecados e condenados a ser condicionado à uma vida de miséria e opressão. Ele
expulsa o Homem do Jardim para que esse homem não coma da arvore da vida e viva
eternamente uma vida de pecado servindo ao diabo para sempre. Foi uma expulsão
misericordiosa.
O Conceito Bíblico de Salvação
O Conceito Bíblico de Salvação
O que muitos cristãos hoje em dia pensam a respeito de salvação é muito limítrofe em referência ao conceito bíblico de ser salvo. Quando falamos para um “pecador” que Deus quer lhe salvar, geralmente o que pensamos é que Deus quer salvar a alma daquele indivíduo. Quando o pregador está pregando por exemplo, na hora do convite, a pergunta crucial é: onde está a primeira alma que quer aceitar a Jesus nessa noite? Esse conceito traz a ideia de que Deus se interessa mais nas almas das pessoas (por que são essas que poderão ir para o inferno caso não aceite a Jesus) do que com a totalidade da sua vida. Deus não é um “caçador de almas” cujo interesse é colecionar espíritos humanos para colocar na “vitrine celestial”. Essa concepção de ser humano que incorporamos em nossas doutrinas, tem mais a ver com a filosofia grega do que com a Bíblia. Os gregos é quem pensavam no homem como sendo composto de corpo e alma, onde a alma era a parte mais importante do ser humano e o corpo era apenas o receptáculo da alma. O corpo era mal, era de onde provinha todas as mazelas da humanidade, a alma era a única que importava, e no final de tudo era a alma e não o corpo que iria viver para sempre no mundo das ideias, o céu dos gregos, ou, dependendo da vida que se viveu na terra, teria que voltar novamente para expiar seus pecados. O cristianismo incorporou em suas doutrinas o dualismo grego e desde então, não se dá muito valor as outras dimensões do ser humano, como seu corpo por exemplo. O conceito Bíblico de salvação não se restringe as almas dos pecadores apenas, refere-se no ser humano em sua totalidade. Esse negócio de tricotomia x dicotomia as vezes prejudica a compreensão bíblica de salvação e nos deixa distante do que a Bíblia realmente nos fala a respeito dessa dádiva tão grandiosa. Não que essas ideias sejam descartáveis na teologia cristã, mas as vezes atrapalha mais do que ajuda. Salvação na bíblia se refere a libertação do homem da sua condição de pecaminosidade, independente do conceito de homem que você defende; dicotômico, tricotômico, ou como no meu caso; unicômico. E existe isso? Não sei... Se não existir eis que digo: exista agooooraaaa! Brincadeiras à parte, na bíblia a salvação nunca se refere exclusivamente as almas dos mortais, se refere ao resgate do ser humano em sua completude das garras do pecado. O significado Bíblico de salvação compreende cura, redenção, remédio, completude, inteireza, integralidade, saúde física, mental e emocional. Salvação é Deus em Cristo resgatando o homem do pecado por meio do seu sacrifício expiatório. Mas, o que o Antigo testamento tem a dizer sobre salvação?
Salvação no Antigo Testamento
Temos uma
compreensão mais nítida a respeito da salvação pela graça no Novo Testamento,
mas quanto ao Antigo Testamento, como acontecia o processo salvifico? Diferente
do que muitos pensam por considerar o Antigo Testamento como “antigo” e de
propriedade exclusiva do povo israelita, dizem que a salvação na antiga
dispensação acontecia por meio das observâncias da lei. Nada mais distante de
ser verídico. Em Primeiro lugar, o conceito que o povo de Deus do AT tinha em
respeito da salvação não se referia exclusivamente a salvação da alma. A
salvação para o povo Judeu vai desde o livramento da parte de Deus dos seus
inimigos até a promessa de um Ungido que libertaria o povo das mãos dos
opressores. Deus promete salvar o seu povo no sentido de libertá-lo das mãos
dos seus inimigos, das catástrofes naturais, da fome, da guerra, da perseguição
e do cativeiro. Salvação significava ser liberto, livre. Dificilmente o povo
tinha a compreensão de salvação como libertação do pecado. É através dos
profetas exílicos como Ezequiel, Daniel e Jeremias, que o povo passa a ter uma
compressão individual de pecado, mais isso de modo muito opaco. O sistema de
sacrifício apontava também para um salvador que libertaria definitivamente o
seu povo. No AT Testamento a salvação, assim como no NT, acontecia unicamente
pela Graça. A lei nunca teve a intenção de salvar ninguém, ela era apenas uma
amostra de que o ser humano jamais conseguiria cumpri-la na sua inteireza a fim
de ser salvo. Ela demonstrava a incapacidade do homem em cumprir os mandamentos
Divino e apontava para alguém que cumpriria definitivamente a lei de Deus.
Salvação no
Novo Testamento
Dividir a bíblia em Antigo Testamento e Novo Testamento, eu acredito particularmente que não foi muito louvável. Pois o que a princípio parece é q Testamento que caducou e outro que funciona, quando na verdade a Bíblia sagrada é o relato histórico da salvação de Deus para o ser Humano em sua completude. A maioria das traduções bíblicas deixam aquela página em branco entre o AT e o NT, para se referir aos “400 anos” que Deus ficou “em silêncio”, não inspirando nenhum escritor que escrevesse algum livro que viesse fazer parte do Cânon bíblico. Quando na verdade o que o último livro do AT e o Primeiro do NT nos mostra é uma continuação do programa salvifico de Deus para o Homem. Por que se fossemos levar a temporalidade do silêncio de Deus como regra, colocaríamos por exemplo uma página em branco entre Êxodo e Gênesis, pois se passaram mais ou menos 400 anos, o mesmo tempo entre um relato e outro. Sendo assim Deus não muda o método de salvar no NT. O que acontece não é que Deus antes salvava pela obediência do povo a lei e agora ele salva unicamente pela graça. A diferença se encontra no modo progressivo histórico dos eventos salvíficos do projeto de Deus. Enquanto que no AT Deus prometeu um Salvador que esmagaria a cabeça da serpente, no NT acontece no drama da história o nascimento desse Salvador. Enquanto que no AT os sacrifícios tipificavam o Cristo que viria se sacrificar por nós, no NT acontece a manifestação na história do Cristo de Deus que veio dos céus para se sacrificar pelos homens. A revelação descrita no NT nos mostra que a salvação é única e exclusivamente pela Graça de Deus. Ela não é alcançada por mérito humano, não se conquista tal graça pelo cumprimento da lei de Deus, pois se fosse assim deixaria de ser graça, ela é obra da maravilhosa misericórdia de Deus que foi revelada aos homens através de Cristo Jesus.
A Importância da Doutrina da Salvação
Em toda a bíblia a
importância de compreendermos o significado da salvação é demonstrada de modo
perceptível a todo aquele que crê. Infelizmente hoje em dia os nossos púlpitos
foram transformados em palcos de apresentação de uma teologia onde a graça de
Deus é esquecida e substituída por mensagens vazias de conteúdo bíblico. Pregam
a salvação da doença, salvação da pobreza e muitas vezes esquecem de falarem da
salvação que foi conquistada na cruz por Cristo Jesus. A grandeza da salvação é
substituída pela soberba das preleções de homens carnais que enchem o estômago
de seus ouvintes com capins secos em vez de falarem dos pastos verdejantes do
evangelho. Jamais compreenderemos a grandeza da salvação se não dermos a
importância devida a bíblia como única e infalível regra de fé e prática. Pois
na maioria das vezes a bíblia é utilizada apenas para dar vazão aos meus
pressupostos filosóficos e teológicos, enquanto isso a verdade do evangelho
está sendo cada dia adulterada por filosofias vãs e doutrinas de homens que não
tem compromisso com Deus. A salvação como foi enfatizada na reforma
protestante, é somente pela Graça. Mas muitos hoje em dia acham a graça de Deus
fácil demais, escandalosa demais para perdoar um ser humano e salvá-lo sem que
ele não faça nada para cooperar com esse Salvador a respeito de sua salvação. É
certo que o fator humano no processo da salvação é fundamental, não no sentido
de cooperar com alguma obra para ser salvo, mais em aceitar pela fé que o que
Cristo fez por nós é suficiente para nos salvar e nos conduzir como nova
criatura ao Reino Celestial, e em viver uma vida em santidade, refletindo
cristo em nossas vidas. Salvação do começo ao fim não vem pelas obras é dom de
Deus.
Salvação para
além da Doutrina da Salvação
É importante enfatizarmos sobre a importância da doutrina da salvação, sem jamais esquecer que salvação está para além de qualquer doutrina. Até porque Salvação não é somente doutrina. A Salvação também é uma pessoa. Toda doutrina da salvação que não exalte e glorifique a pessoa do Cristo de Deus, é só mais uma doutrina vazia de significados eternos. O conhecimento da salvação que Deus nos proporciona não é compreensível totalmente pelos processos cognitivos da inteligência humana, aliás, a inteligência humana achou esse processo todo como loucura. Quem se prende muito na tentativa de construir uma doutrina da salvação as vezes perde de conhecer o salvador dessa doutrina. Com isso não estou dizendo que a doutrina da salvação não deve ser estudada, quem me conhece sabe o quanto amo uma boa Teologia. O que quero dizer, é que a pessoa que me salvou e que salvou você também, ela não cabe em nenhum sistema teológico. Quando minha principal preocupação a respeito da salvação é apresentar a perspectiva calvinista da salvação ou a perspectiva arminiana da salvação por exemplo, não é sobre a completude da salvação de Cristo que estou falando, mais da salvação na ótica de Calvino ou Armínio. Lógico que é difícil falar sem ter pressupostos por trás de nossa fala. Mais o que quero dizer, é que a Salvação é grande demais e está para além de qualquer doutrina teológica, e nesse emaranhado de deduções corremos o risco de ficar no caminho discutindo sobre salvações enquanto isso o salvador está do lado de fora dizendo: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo, Ap. 3.20”. Como aconteceu com os fariseus, peritos na Lei de Moisés, conhecedores das escrituras, mas quando O cristo que eles estudavam chegou, eles disseram: esse não! Esse faz essas coisas pelo poder de belzebu! Estavam no templo estudando sobre a Salvação de Israel e não perceberam quando o Salvador chegou. A verdade do evangelho se encontra única e exclusivamente na Bíblia Sagrada, é através dela que encontramos todos os requisitos necessários para compreendermos nossa antiga situação diante Deus, nossa atual situação nas garras da graça, e nossa futura condição de salvos glorificados vivendo para sempre com Cristo em sua glória. Salvos do pecado, hoje temos paz com Deus, e essa paz não nos leva a uma vida de ócio contemplativo, mas nos encaminha a uma vida de engajamento na obra de Deus, sabendo que ainda existe muitos que precisam ser impactados e transformados pelo poder do evangelho!
É importante enfatizarmos sobre a importância da doutrina da salvação, sem jamais esquecer que salvação está para além de qualquer doutrina. Até porque Salvação não é somente doutrina. A Salvação também é uma pessoa. Toda doutrina da salvação que não exalte e glorifique a pessoa do Cristo de Deus, é só mais uma doutrina vazia de significados eternos. O conhecimento da salvação que Deus nos proporciona não é compreensível totalmente pelos processos cognitivos da inteligência humana, aliás, a inteligência humana achou esse processo todo como loucura. Quem se prende muito na tentativa de construir uma doutrina da salvação as vezes perde de conhecer o salvador dessa doutrina. Com isso não estou dizendo que a doutrina da salvação não deve ser estudada, quem me conhece sabe o quanto amo uma boa Teologia. O que quero dizer, é que a pessoa que me salvou e que salvou você também, ela não cabe em nenhum sistema teológico. Quando minha principal preocupação a respeito da salvação é apresentar a perspectiva calvinista da salvação ou a perspectiva arminiana da salvação por exemplo, não é sobre a completude da salvação de Cristo que estou falando, mais da salvação na ótica de Calvino ou Armínio. Lógico que é difícil falar sem ter pressupostos por trás de nossa fala. Mais o que quero dizer, é que a Salvação é grande demais e está para além de qualquer doutrina teológica, e nesse emaranhado de deduções corremos o risco de ficar no caminho discutindo sobre salvações enquanto isso o salvador está do lado de fora dizendo: “Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo, Ap. 3.20”. Como aconteceu com os fariseus, peritos na Lei de Moisés, conhecedores das escrituras, mas quando O cristo que eles estudavam chegou, eles disseram: esse não! Esse faz essas coisas pelo poder de belzebu! Estavam no templo estudando sobre a Salvação de Israel e não perceberam quando o Salvador chegou. A verdade do evangelho se encontra única e exclusivamente na Bíblia Sagrada, é através dela que encontramos todos os requisitos necessários para compreendermos nossa antiga situação diante Deus, nossa atual situação nas garras da graça, e nossa futura condição de salvos glorificados vivendo para sempre com Cristo em sua glória. Salvos do pecado, hoje temos paz com Deus, e essa paz não nos leva a uma vida de ócio contemplativo, mas nos encaminha a uma vida de engajamento na obra de Deus, sabendo que ainda existe muitos que precisam ser impactados e transformados pelo poder do evangelho!
Por Ezequiel
Soares
Referências
bibliográficas:
CARSON. D.A & KELLER Timóteo. O evangelho no
Centro. Editora Fiel. 2013. W. Hurtado, Larry. Senhor Jesus Cristo. Devoção a
Jesus Cristo no cristianismo primitivo. São Paulo, Academia Cristã – Paulus,
2012. Eldon, George Ladd. Teologia do Novo Testamento. São Paulo, Hagnos,2012.
Berkhof, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo, Cultura Cristã, 2012 Pearlman,
Myer. Conhecendo as doutrinas Bíblicas São Paulo, Vida, 2006. Soares, Ezequias.
A razão da nossa fé. Assim cremos, assim vivemos. Rio de Janeiro, CPAD, 2017
Ferreira, Franklin &Myatt, Alan. Teologia Sistemática. São Paulo, Vida
Nova, 2008. Lewus. C.S. Cristianismo puro e simples. Rio de Janeiro, Thomas
Nelson Brasil, 2017.

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