JESUS, “A LOUCURA MITOLÓGICA DO CRISTIANISMO” PARTE 03





 O auto esvaziamento do Filho de Deus

 

 

 

“Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, pois ele subsistindo em forma de Deus,  não considerou que o ser igual  a Deus  era algo a que devia  apegar-   se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Filipenses 2.5-8

 

Tendo em vista que a natureza divina do filho de Deus é eterna e infinita, enquanto a sua natureza humana é criada e finita, uma das questões que ponderamos são como estas duas naturezas podiam coexistir em uma única  pessoa. Jesus podia ser plenamente Divino e plenamente humano, ou seja, ao mesmo tempo onipotente onisciente e onipresente; enquanto tinha um poder humano limitado e finito, que crescia em sabedoria e estatura, e uma habilidade finita de estar em um lugar por vez.

Em primeiro lugar, o que aprendemos nesses versículos é que Jesus Cristo, como filho eterno do Pai é plenamente Deus. Paulo escreve que Cristo existia em forma de Deus (v.6), usando a palavra grega “morphê”, que se refere à natureza ou substância interior de algo e não a sua forma exterior e visível. Jesus era plenamente Deus.

Paulo também fala que Jesus assumiu também a forma de Servo, de homem. Jesus não assumiu apenas a forma exterior, a aparência de um homem. Ele assumiu a substância interior e a própria natureza, ou seja, a forma (morphên), do que significava ser um servo. Ele é plenamente Deus porque existe na forma (morphên) de Deus. Do mesmo modo Ele é plenamente homem porque existiu na forma de homem.

Em segundo lugar, quando Paulo escreve que Cristo não julgou ser igual a Deus, não está dizendo que cristo desistiu de ser Deus para ser homem. Visto que Cristo é plenamente Deus, ele não pode deixar de ser Deus por um momento


sequer. Ele também não deixou de ter seus atributos de Deus, como afirma algumas correntes kenóticas, que diz que ao encarnar-se, Cristo perdeu temporariamente os atributos da divindade que antes tinha. Pelo contrário, Cristo continuou tendo todos os seus atributos, ele continuou sendo onipotente, onipresente, onisciente e tendo todos os demais atributos característicos da Divindade.

Como então explicar o fato que cristo sendo homem estava sendo limitado ao tempo e espaço, deixando-nos a ideia de que ele naquele momento não era onipresente?

Muitos na história do cristianismo tentaram separar as naturezas de Jesus, dizendo que, como homem ele teve sede, como Deus ele é a água da vida; como homem ele só podia estar em um único lugar, como Deus ele era onipresente. Isso ainda hoje é ensinado em muitas de nossas igrejas. Mas não resolve muita coisa não, pois nos mostra a idéia de duas naturezas em desarmonia em Cristo. Uma hora quem age é o Jesus humano, outra ora é o Jesus Divino. Não dá para separar as duas naturezas de Jesus. A teologia sistemática faz essa separação apenas para melhorar o método didático de ensino-aprendizagem. Nos evangelhos, nós não vemos ações da natureza divina de Cristo separado de sua natureza humana. Tudo o que o Filho de Deus faz, faz sendo ao mesmo tempo Divino e Humano.

 

 

Uma proposta mais coerente.

 

 

”mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens”. Esse trecho de Filipenses deixa claro que Cristo se esvaziou a si mesmo. Como falamos antes, ele não deixou de ser Deus, nem se esvaziou de seus atributos divinos, pois se fizesse isso, ele deixaria de ser Deus. E Deus não pode deixar de ser Deus. Pois se Deus deixasse de ser Deus, seria um Não-Deus, e não Deus não existe. É um absurdo ilógico terrível.  Então o que significa dizer que  Cristo se esvaziou?

A palavra que aqui é traduzida por se esvaziou é “ekenõsen, que significa que, Cristo a si mesmo se esvaziou ou derramou-se a si mesmo. Observe que Paulo não está dizendo que Cristo esvaziou algo de si mesmo ou derramou algo de si mesmo, pelo contrário ele esvaziou-se a si mesmo; ele derramou-se a si mesmo. Ou


seja, tudo que Cristo é como aquele que existe na forma de Deus e é igual a Deus é derramado.

Ele não perde nada da sua natureza divina, e nenhuma de suas qualidades divinas são removidas dele quando ele se derrama. Cristo permanece em sua natureza divina, plenamente como ele é em sua existência, como a eterna segunda pessoa da Trindade.

Cristo “ekenõsen” esvaziou-se ao assumir a forma de servo. Sim, ele se esvazia por assumir; se esvazia por acrescentar. Eis aqui um tipo estranho de matemática que tem em vista uma subtração por adição. Natureza divina mais natureza humana, igual a esvaziamento. (D+H=E).

É uma subtração, um esvaziamento, um derramamento por adicionar a si mesmo a natureza de um homem, na verdade a de um servo por excelência. Todos os atributos divinos estavam em cristo na sua encarnação. A diferença é que a manifestação desses atributos, da gloria divina nele, não teve expressão plena, por que ele estava coberto com a natureza humana.

Cristo se esvazia por adicionar a si a natureza de servo, a natureza humana. É como diz Paulo em 2 Co. 8.9: “Sendo rico, Ele se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos”. O Filho de Deus se fez filho do homem, para que os filhos dos homens pudessem serem feitos filhos de Deus. A encarnação é o amor de Deus derramado na humanidade. A encarnação é a revelação de Deus em sua forma mais completa aos homens.

A encarnação, portanto, significa que o Filho de Deus, verdadeiro Deus desde toda a eternidade, no curso do tempo se fez verdadeiro homem também em uma Pessoa, Jesus Cristo, constituída de duas naturezas, a humana e a divina. Isso, naturalmente é um mistério. Não podemos compreendê-lo por completo. Assim como tampouco podemos conceber a própria Trindade.

 

 

 

 

O Trilema da Divindade do Filho de Deus.


Ao longo da história da humanidade a pergunta “Quem é Jesus de Nazaré?” Tem sido respondida de várias maneiras. Independente da resposta que se dá a essa pergunta, o que ninguém é capaz de fazer é fugir do fato de que Jesus existiu realmente e a vida dele mudou completamente a história do Mundo. Independentemente do que qualquer pessoa pense a respeito de Jesus, Ele é, e continuará sendo o personagem principal da cultura ocidental. Foi a partir do nascimento de Jesus que a maior parte da humanidade construiu seu calendário. É o nome dele que milhões de pessoas blasfemam, e é em nome dele que milhões oram.

Se o que Jesus falou a respeito de si mesmo for verdade, então ele é o Filho de Deus e nós devemos aceitar ou rejeitar o senhorio dele. Somos indesculpáveis. Se tudo que ele falou for realmente verdadeiro, então todas as alegações que muitos fazem dele, o considerando como um grande mestre da moral, um guia espiritual, um exemplo a ser seguido, não faz o menor sentido. Mas se as alegações dele forem falsas, há somente duas opções: ele sabia que eram falsas ou não sabia.

C.S.Lewus, após pesquisar algumas evidencias da identidade de Jesus escreve em seu livro, Cristianismo puro e simples: (Um livro que você não pode passar dessa vida para outra sem ler).

 

“Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: “Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus”. Isso é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre de moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que afirme ser um ovo cozido - ou seria o Diabo em pessoa. Faça sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou algo pior. Você pode querer calá-lo tomando-o por um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio, ou pode cair aos pés dele e chamá-lo de Senhor e Deus. Ninguém, porém, venha com nenhuma bobagem complacente, dizendo que ele foi um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa possibilidade, e não quis deixar.1

 

Tendo como prerrogativa a declaração de Lewis, vamos analisar três alternativas com relação às declarações de Jesus ser o Filho de Deus. Se o que Jesus falou é realmente verdadeiro, temos ao menos três possibilidades de


1 C.S.Lewus. Cristianismo puro e simples. MC edição de 1952, pp. 40-41.


interpretar suas declarações. Ou Ele era um mentiroso, ou Ele era um louco, ou Ele é Senhor.

 

 

 

 

Jesus: o mestre da mentira?

 

 

Jesus, ao declarar ser o Filho de Deus, de se igualar como Deus, de se considerar eterno e digno de ser adorado, ao fazer todas essas afirmações, sabia que não era Deus, então com certeza ele estava mentindo.

Acontece que, se ele estava mentindo, ele era também um hipócrita, pois ensinou os outros a serem honestos a qualquer custo, enquanto que ele mesmo estava falando uma coisa que ele não era. Pois estava ensinando uma grande mentira. Se tudo o que ele falou era mentira, além de ser mentiroso e hipócrita, ele era mau, fazendo com que todo mundo tivesse uma ideia a respeito dele, que ele sabia ser mentiroso.

Por último, ele era também um tolo, pois foi por causa de sua declaração de ser Deus que o crucificaram em uma cruz.

Marcos 14.61-64 está escrito:

 

 

“Mas Jesus permaneceu em silêncio e nada respondeu. Outra vez o sumo sacerdote lhe perguntou: "Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito? "Sou", disse Jesus. "E vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu”. O sumo sacerdote, rasgando as próprias vestes, perguntou: "Por que precisamos de mais testemunhas?

Vocês ouviram a blasfêmia. Que acham? " Todos o julgaram digno de morte.”

 

João 19.7 diz:

 

 

“Os judeus insistiram: "Temos uma lei e, de acordo com essa lei, ele deve morrer, porque se declarou Filho de Deus".

 

Se Jesus era um vigarista, um mentiroso, e um homem tolo e mau, como iríamos conseguir explicar o fato de que ele nos deixou o mais profundo ensinamento moral e o mais poderoso exemplo de moralidade de todos os tempos?


Um enganador, um mentiroso ou um impostor, seria capaz de ensinar essas verdades éticas e viver uma vida moralmente exemplar como Cristo viveu?

John Stuard Mill, filósofo cético e adversário contumaz do cristianismo, escreveu a respeito de Jesus:

 

“Na vida e nas palavras de Jesus há uma marca de originalidade pessoal combinada com profunda intuição. Essa marca é digna da primeira classe de homens de sublima gênio dos quais a nossa espécie pode se orgulhar. Quando esse gênio preeminente se combina com as qualidades de quem foi provavelmente o maior reformador moral e mártir de sua própria missão que já existiu sobre a terra, não se pode dizer que a religião faz má opção ao escolher esse homem como o representante e guia ideal da humanidade; também não seria fácil, mesmo para um incrédulo, encontrar melhor forma de traduzir a regra da virtude da teoria para a pratica do que procurar viver do modo que Cristo aprovaria. 2

 

Como ele poderia ser um fanático religioso ou um louco, se ele nunca perdeu o equilíbrio mental, (não! O episódio do templo, metendo chicotada nos corruptos, não é característica de insanidade mental, é o exemplo mais puro de coerência da vida de Cristo com os ensinamentos de DEUS), se sempre deu a resposta mais sábia a perguntas tentadoras e difíceis? Um personagem tão original, tão completo, tão coerente, tão perfeito, tão humano e, ainda assim, tão acima de toda a grandeza humana, não pode ser uma fraude nem invenção nenhuma. Seria Preciso mais do que um jesus mentiroso para inventar o Jesus Filho de Deus.

Portanto, alguém que viveu como ele viveu, ensinou como ele ensinou e morreu como ele morreu não poderia ter sido um mentiroso. Quais as alternativas então?

 

 

Jesus: um delírio ambulante?

 

 

Como vimos, é inconcebível pensar em Jesus como um mentiroso. Mas seria possível que ele achou que era Deus, mas estava enganado? Afinal de contas, é possível alguém em suas declarações e ideologias ser sincero, porem errado.

 

 


2 Josh McDowell. Novas evidências que demandam um veredito. P. 344.


Faz-se necessário lembrar que, alguém julgar-se ser Deus, sobretudo em uma cultura rigidamente monoteísta, como a cultura judaica, e dizer as pessoas que o destino de suas vidas estava em acreditar nele, não era um mero surto de alucinação. O risco era grande demais ao declarar essas afirmativas.

Segundo alguns psicólogos, a medida da sua insanidade é a distância entre o que você pensa que é e o que você de fato é. Se eu achasse que era o maior escritor do mundo, seria apenas um tolo arrogante; se eu achasse que era o presidente do Brasil, provavelmente estaria à beira da loucura; se eu achasse que era um passarinho e tentasse sair voando por aí, estaria bem distante da sanidade. Mas se eu achasse que sou Deus, minha loucura seria absurdamente maior, pois a distância entre algo finito e o Deus infinito é muito maior do que a distância entre duas coisas finitas, mesmo entre um homem e uma largatixa.

 

Então porque Jesus não era um mentiroso ou um lunático?

Pelo simples fato de Jesus ter em abundancia pelos menos três qualidades que os mentirosos e lunáticos mais evidentemente carecem: (1) sabedoria prática, a habilidade de perscrutar o coração humano; (2) amor profundo e cativante, a compaixão ardente, a capacidade de atrair as pessoas e fazê-las sentir-se a vontade diante dele e perdoá-las; (3) a capacidade de surpreender, a imprevisibilidade, sua criatividade. Os mentirosos e os loucos não exercem nenhuma dessas características de modo eficaz. São todos muito previsíveis e desprovidos de atratividade. A verdade era que Jesus era muito sensato, e além de tudo nos deu a fórmula mais concisa e mais precisa para a paz de mente e coração. Nenhum louco poderia ter a fonte de discernimento tão perspicaz e eficiente como Cristo teve.

 

 

Ele é Senhor!

 

 

Se Jesus de Nazaré não é mentiroso nem louco, só nos resta dizer que Ele é Senhor.

·         Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo, proclamou Pedro (Mt 16.1).

·         Sim, Senhor, eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo, confessou Marta, irmã de Lázaro (Jo 11.27).


·         Senhor meu e Deus meu! Exclamou Tomé, após ver o Jesus ressurreto em pé diante dele (Jo 20.28).

·         Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus, escreveu Marcos na introdução do livro do novo testamento que leva seu nome (Mc 1.11).

·         Ele [Jesus], que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu [de Deus] Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, afirmou o autor de Hebreus (Hb 1.3).

·         Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus; e, para que crendo, tenhais vida em seu nome. Escreveu João explicando o verdadeiro motivo de escrever seu livro (Jo 20.31).

 

Tanto o Antigo, como o Novo Testamento, tras em suas páginas diversas evidências que comprovam que aquele que nasceu em Belém numa manjedoura é realmente o Unigênito Filho de Deus. Em Jesus Deus revelou sua invisibilidade aos seres humanos. Jesus é a mais perfeita imagem do Deus invisível. Ele não foi um louco. Alguém que enganou a si mesmo e aos outros. Ele era, e é, a verdadeira manifestação da Divindade. Ele é o Deus que está conosco, que morreu por nós, que ressuscitou, ascendeu aos céus, e que um dia virá para nos levar com ele para sua gloria.

 

 

 

 

Considerações finais

 

 

Poderíamos falar de outras temáticas no que se refere ao Cristo de Deus. Da sua morte na cruz, do significado da expiação, do Deus que morreu e das implicações que a ressurreição do Cristo trouxe para a humanidade. Da ascensão aos céus e do seu retorno em gloria para nos levar ao lar celestial.

Porém, se fizéssemos isso, extrapolaríamos nossa pretensão inicial. Mas o que você poderá fazer é cada vez mais mergulhar de todo coração e mente em


conhecer esse Deus homem, que um dia se revelou a nós e que está ainda hoje disponível para todo aquele que o buscar de todo coração.

Tudo isso é possível porque em Jesus, Deus se torna acessível. Ele é uma pessoa que se relaciona com pessoas como nós. Ele está além da metafísica, além das nossas ideias preconcebidas que criamos dele ao longo de nossa peregrinação espiritual. Ele se fez gente, gente como agente se envolvendo no mundo da gente.

Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo, e isso nos dá a garantia de chegarmos arrependidos ao trono da graça toda vez que pecarmos.

Ele é a verdadeira face de YAHWEH, que Moisés pediu para ver e não conseguiu.

Ele é o Deus insuportável para todo aquele que tenta se relacionar com ele em forma de barganhas, pois com ele tudo é de graça e pela graça. Não existe negociação, está tudo pago, é só aceitar o que ele disponibilizou para nós.

Ele é o Deus que perdoa pecadores como nós, e nos perdoa para que possamos perdoar todo aquele que nos ofende, pois, a maior das ofensas quem sofreu foi ele no gólgota por causa de mim e de você, e para ser discípulo dele, de início tem que ter um coração quebrantado e aberto ao perdão, sem perdoar não dá nem para sair do lugar, quanto mais caminhar com ele.

Ele é o Deus que nos consola independente das circunstâncias que passamos e enfrentamos na vida.

Ele é o Deus para hoje, o Deus amigo, o Deus que nos liberta de nós mesmo, o Deus que morre. O Deus que vive e que é Vida. Ele é Deus. Nosso único Senhor e Salvador Jesus Cristo.

 

 

Sole Del Christus!


Referências bibliográficas.

 

 

 

 

McDowell, Josh. Novas evidências que demandam um veredito. São Paulo, Hagnos, 2013.

 

Eldon, George Ladd. Teologia do Novo Testamento. São Paulo, Hagnos,2012.

W. Hurtado, Larry. Senhor Jesus Cristo. Devoção a Jesus Cristo no cristianismo primitivo. São Paulo, Academia Cristã – Paulus, 2012.

 

Ware, Bruce. Cristo Jesus. Reflexões teológicas sobre a humanidade de Cristo. São Paulo, editora fiel, 2013.

R. Charles Swindoll. Jesus o maior de todos. São Paulo, Mundo Cristão, 2012.

FábiO, Caio. O caminho do discípulo. Brasília, prólogos, 2010.

Lewus. C.S. Cristianismo puro e simples. São Paulo, mundo cristão 2002. Geisler, Norman & Howe, Thomas. Manual popular de Dúvidas, enigmas e “contradições” da Biblia. São Paulo, Mundo Cristão, 2013.

Molinaro, Aniceto. Léxico de Metafísica. São Paulo, PAULUS, 2005. Haubeck, Wilfrid & Siebenthal, Henrich Von. Nova Chave linguística do Novo Testamento Grego. São Paulo, HAGNOS, 2009.


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